Showing posts with label Sonhos. Show all posts
Showing posts with label Sonhos. Show all posts

Sunday, July 05, 2009


"omnia vincit amor"


O AMOR TUDO VENCE, em latim


Thursday, April 02, 2009

...azul é quando a gente anda de bicicleta e o vento bate no rosto...- citação do filme Vermelho Como o Céu

Wednesday, February 18, 2009

Entre outros, este presente pra mim...te amo, ...

Fortíssimo (tradução)
Rita Pavone
Composição: B. Canfora / L. Wertmuller

Pianíssimo,
Te digo pianíssimo
O meu pequeno olá,
Em voz baixa,
Assim ninguém entenderá nada
E tu, somente tu entenderás
Quanto estou apaixonada
Por ti.

Pianíssimo,
Devo dizê-lo pianíssimo
Este pequeno olá,
Lamento
Ter que dizer-te somente olá
Enquanto no meio da multidão
Queria gritar fortíssimo
Que te amo fortíssimo.

Que te amo demais
De cada coisa
Ao mundo, amor,
Te amo!
Que te amo demais,
De cada coisa
Ao mundo, amor,
Te amo!

Friday, February 13, 2009

Friday, October 17, 2008

É verdade...


...o dia a dia mais invrível, se abria diante a mim...

Tanto a fazer...e um amor que não tem mais fim...


(Invisível - Jorge Vercilo)


Penso em ti...
...no dia a dia, no meio da rua
Eu pendo em ti...
Na correria de copacabana ou mesmo alí
Penso em ti...
Passando pela rua ou esquina
Penso em ti...
Andando pela praia as ondas vão bater em mim

É só pegar o violão

Eu...penso em ti...

(Penso em ti - Jorge Vercilo)




Tuesday, October 14, 2008

Saturday, September 20, 2008

Vou voar mais alto...e terei visão de águia

Não acredito em meus
medosNem crio mais pesadelosQue me fazem perderNão acredito
em meus
debatesNem crio mais impassesQue me fazem reterSou inteira em cada
envolvimentoSaltando buracos ao relentoCom vínculo ao clarearSou certeira em
cada movimentoCortando as curvas do ventoCom ímpeto ao
voar

Thursday, August 14, 2008

Saturday, July 26, 2008

Na verdade, tinha muito choro guardado naquele vento sudoeste... Que lavasse aquela dor, então.


hoje
não choveu estrelas
nem
pétalas de prosa,
hoje
fez-se brisa
onde era brasa
e restou
uma poesia rasa,
hoje
eu esqueci as asas

em casa.


Tuesday, June 17, 2008

A caixinha cor-de-rosa



Ao lado da cama ela tinha uma imensa caixa cor-de-rosa com mil possibilidades. Escolhas de vida, se preferir assim. Todo dia, ao acordar, ela tirava um papelzinho de lá. Havia desde coisas simples, “Vá trabalhar a pé e cantando a sua música preferida ao longo de todo o caminho”, a coisas complexas, “Sabe o vizinho da casa da direita? Namore ele”.

Assim decidiu a sua profissão, “Estude medicina e seja pediatra”, os seus cabelos, “Corte chanel e tinja de ruivo”, o seu carro, “Um Celta combina com você”, a cidade onde mora, “Paraty é linda e literária”, a sua casa, “Apartamento duplex com sacada virada para a rua principal”.

Anos da própria vida sendo escolhida.

Até o dia do grande tombo no meio da rua. Caiu de costas em plena calçada, bateu a cabeça e não conseguia se mexer. Momento do estalo. Eu não gosto de andar a pé, não gosto de cantar, acho o meu vizinho péssimo, não nasci para namorar, tenho horror a sangue, gosto de criança só para brincar, cabelo ruivo e chanel não combinam nada com o meu jeito, não gosto de dirigir, Paraty é boa para passear, prefiro casa a apartamento.

Ela passou a vida sem escolher o que realmente queria. Com a desculpa clássica de que “as coisas são assim”, delegou a uma bela caixinha as decisões da sua vida. Os seus dias. A sua alegria. A sua satisfação. A sua felicidade. Era mais fácil, assim todas as decepções eram encaradas como meras fatalidades.

Destino.

E a tristeza que carregou pela vida inteira? Aquela de quem nunca fez nada do realmente queria?

Eu não escolhi ser triste, ela dizia.

Escolheu sim.


Tuesday, May 20, 2008

a gente véve, véve…”



“Meu coração. carne moída de primeira



"Vou te contar
Os olhos já não podem ver
Coisas que só o coração pode entender
Fundamental é mesmo o amor
É impossivel ser feliz sozinho"
(Tom Jobim)

Friday, February 15, 2008


Confetes, teu chapéu colorido e a minha saia de tule espalhados pelo chão. Agora meus cabelos molhados, tão castanhos, e os teus olhos azuis. Um resto de vinho e Bruna Caram com a voz tão limpa cantando “palavras do coração”, (queria ter dito o nome da música sem usar aspas). A minha cara lavada, o teu sorriso malandro. Um dia escrevi um poema menor que o título, você me disse em itálico. Eu já apareci em algum desses teus jogos de tarô?, interrogava. Sim, sim, meu Cavaleiro de Copas (eu respondia sem travessões). Sabe, eu tenho a sensação que antes de você, nada aconteceu de tão bom pra mim...Você vai escrever sobre isso algum dia? Não sei. Como vou amarrar essas palavras diluídas no beijo?

Sunday, March 25, 2007



Voltei a sonhar com o sonho já extinto.
Voltei a desejar o que já foi quase uma realidade.
Voltei a querer aquilo que perdi sem nunca ter tido.
Voltei: forma passada do verbo voltar; desejo inacabado; sonho, um dia, segredado às estrelas e escrito na areia levada pelo mar.

Tuesday, January 16, 2007

"cada passo dado, um obstáculo vencido."

Tuesday, January 09, 2007


Quando o sonho da gente cresce ele se materializa e vira nuvem.
Por isso que é confortante olhar o céu.
Lá do alto nossos sonhos espiam a gente.
-Realize-os!-Sonhos guardados por muito tempo viram
nuvens carregadas de trovoes.

Followers