"Eu apontei todos os lápis Pra vc pegar minha mão e desenhar sua vida na minha"
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Wednesday, May 22, 2013
Thursday, February 24, 2011
Thursday, April 02, 2009
Wednesday, February 18, 2009
Entre outros, este presente pra mim...te amo, ...
Fortíssimo (tradução)
Rita Pavone
Composição: B. Canfora / L. Wertmuller
Pianíssimo,
Te digo pianíssimo
O meu pequeno olá,
Em voz baixa,
Assim ninguém entenderá nada
E tu, somente tu entenderás
Quanto estou apaixonada
Por ti.
Pianíssimo,
Devo dizê-lo pianíssimo
Este pequeno olá,
Lamento
Ter que dizer-te somente olá
Enquanto no meio da multidão
Queria gritar fortíssimo
Que te amo fortíssimo.
Que te amo demais
De cada coisa
Ao mundo, amor,
Te amo!
Que te amo demais,
De cada coisa
Ao mundo, amor,
Te amo!
Fortíssimo (tradução)
Rita Pavone
Composição: B. Canfora / L. Wertmuller
Pianíssimo,
Te digo pianíssimo
O meu pequeno olá,
Em voz baixa,
Assim ninguém entenderá nada
E tu, somente tu entenderás
Quanto estou apaixonada
Por ti.
Pianíssimo,
Devo dizê-lo pianíssimo
Este pequeno olá,
Lamento
Ter que dizer-te somente olá
Enquanto no meio da multidão
Queria gritar fortíssimo
Que te amo fortíssimo.
Que te amo demais
De cada coisa
Ao mundo, amor,
Te amo!
Que te amo demais,
De cada coisa
Ao mundo, amor,
Te amo!
Friday, October 17, 2008
É verdade...

...o dia a dia mais invrível, se abria diante a mim...
Tanto a fazer...e um amor que não tem mais fim...
(Invisível - Jorge Vercilo)
Penso em ti...
...no dia a dia, no meio da rua
Eu pendo em ti...
Na correria de copacabana ou mesmo alí
Penso em ti...
Passando pela rua ou esquina
Penso em ti...
Andando pela praia as ondas vão bater em mim
...no dia a dia, no meio da rua
Eu pendo em ti...
Na correria de copacabana ou mesmo alí
Penso em ti...
Passando pela rua ou esquina
Penso em ti...
Andando pela praia as ondas vão bater em mim
É só pegar o violão
Eu...penso em ti...
(Penso em ti - Jorge Vercilo)
Labels:
Especial,
Esperança,
Momentum ainda penso em você,
Sonhos
Saturday, September 20, 2008
Vou voar mais alto...e terei visão de águia
Não acredito em meus
medosNem crio mais pesadelosQue me fazem perderNão acredito
em meus
debatesNem crio mais impassesQue me fazem reterSou inteira em cada
envolvimentoSaltando buracos ao relentoCom vínculo ao clarearSou certeira em
cada movimentoCortando as curvas do ventoCom ímpeto ao
voar
Thursday, August 14, 2008
Saturday, July 26, 2008
Na verdade, tinha muito choro guardado naquele vento sudoeste... Que lavasse aquela dor, então.
Tuesday, June 17, 2008
A caixinha cor-de-rosa

Ao lado da cama ela tinha uma imensa caixa cor-de-rosa com mil possibilidades. Escolhas de vida, se preferir assim. Todo dia, ao acordar, ela tirava um papelzinho de lá. Havia desde coisas simples, “Vá trabalhar a pé e cantando a sua música preferida ao longo de todo o caminho”, a coisas complexas, “Sabe o vizinho da casa da direita? Namore ele”.
Assim decidiu a sua profissão, “Estude medicina e seja pediatra”, os seus cabelos, “Corte chanel e tinja de ruivo”, o seu carro, “Um Celta combina com você”, a cidade onde mora, “Paraty é linda e literária”, a sua casa, “Apartamento duplex com sacada virada para a rua principal”.
Anos da própria vida sendo escolhida.
Até o dia do grande tombo no meio da rua. Caiu de costas em plena calçada, bateu a cabeça e não conseguia se mexer. Momento do estalo. Eu não gosto de andar a pé, não gosto de cantar, acho o meu vizinho péssimo, não nasci para namorar, tenho horror a sangue, gosto de criança só para brincar, cabelo ruivo e chanel não combinam nada com o meu jeito, não gosto de dirigir, Paraty é boa para passear, prefiro casa a apartamento.
Ela passou a vida sem escolher o que realmente queria. Com a desculpa clássica de que “as coisas são assim”, delegou a uma bela caixinha as decisões da sua vida. Os seus dias. A sua alegria. A sua satisfação. A sua felicidade. Era mais fácil, assim todas as decepções eram encaradas como meras fatalidades.
Destino.
E a tristeza que carregou pela vida inteira? Aquela de quem nunca fez nada do realmente queria?
Eu não escolhi ser triste, ela dizia.
Escolheu sim.
Tuesday, May 20, 2008
a gente véve, véve…”

“Meu coração. carne moída de primeira
"Vou te contar
Os olhos já não podem ver
Coisas que só o coração pode entender
Fundamental é mesmo o amor
É impossivel ser feliz sozinho"
(Tom Jobim)
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Momentum carentum,
Sonhos
Friday, February 15, 2008

Confetes, teu chapéu colorido e a minha saia de tule espalhados pelo chão. Agora meus cabelos molhados, tão castanhos, e os teus olhos azuis. Um resto de vinho e Bruna Caram com a voz tão limpa cantando “palavras do coração”, (queria ter dito o nome da música sem usar aspas). A minha cara lavada, o teu sorriso malandro. Um dia escrevi um poema menor que o título, você me disse em itálico. Eu já apareci em algum desses teus jogos de tarô?, interrogava. Sim, sim, meu Cavaleiro de Copas (eu respondia sem travessões). Sabe, eu tenho a sensação que antes de você, nada aconteceu de tão bom pra mim...Você vai escrever sobre isso algum dia? Não sei. Como vou amarrar essas palavras diluídas no beijo?
Sunday, March 25, 2007
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